PNDH-III (parte 1)
Antes de mais nada, quero deixar clara a minha posição política, que felizmente ou infelizmente há de colorir minha análise sobre o programa nacional dos direitos humanos: ISTO AQUI NÃO É A VENEZUELA, PORRA!!!
Agora que deixei isso claro, seguem alguns trechos (em itálico) e meus comentários:
“Ao assinar o decreto presidencial que institui o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos –
PNDH-3, reafirmo que o Brasil fez uma opção definitiva pelo fortalecimento da democracia…” (pag 11)
Há algum tempo atrás, um sacerdote me ensinou que devemos tomar cuidado com afirmações grandiosas, especialmente ao abrir um texto: Geralmente o que mais é destacado (positiva ou negativamente) é justamente aquilo que o autor deseja varrer para debaixo do tapete. Ver um Executivoque tem se pautado por denúncias de corrupção, um Judiciário medíocre e caudilho, e um Legislativo absolutamente alienado à relidade do Brasil exaltar a democracia é o suficiente para causar-me arrepios.
“O PNDH-3 representa um verdadeiro roteiro para seguirmos consolidando os alicerces desse edifício
democrático: diálogo permanente entre Estado e sociedade civil; transparência em todas as esferas de governo;
primazia dos Direitos Humanos nas políticas internas e nas relações internacionais; caráter laico do
Estado; fortalecimento do pacto federativo; universalidade, indivisibilidade e interdependência dos direitos
civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais; opção clara pelo desenvolvimento sustentável;
respeito à diversidade; combate às desigualdades; erradicação da fome e da extrema pobreza.”
Falar de diálogo permanente entre a sociedade civil e o Estado, em especial após terem remetido quatro projetos de lei relativos ao Pré-Sal ao congresso, à revelia dos setores interssados, soa como um bofetão no rosto do cidadão. Transparência, quando episódios como os dos cartões corporativos mostram a vontade politburesca de esconder os gastos sob a pífia alegação de “Segurança Nacional”, segue o mesmo caminho. Direitos humanos nas relações internacionais? Digam isso aos italianos, ou aos atletas cubanos. Estado Laico?? Tirem os crucifixos das repartições públicas, removam o “Deus seja Louvado”de nossas cédulas e a menção no preâmbulo da Constituição e talvez acreditarei nisso.
” No tocante à questão dos mortos e desaparecidos políticos do período ditatorial, o PNDH-3 dá um importante
passo no sentido de criar uma Comissão Nacional da Verdade, com a tarefa de promover esclarecimento
público das violações de Direitos Humanos por agentes do Estado na repressão aos opositores. Só
conhecendo inteiramente tudo o que se passou naquela fase lamentável de nossa vida republicana o Brasil
construirá dispositivos seguros e um amplo compromisso consensual – entre todos os brasileiros – para
que tais violações não se repitam nunca mais.”
Orwell ficaria orgulhoso do nome. Depois que retornaram ao pais, abocanharam as pensões milionárias e tomaram o governo de assalto, fica fácil jogar a Lei da Anistia no lixo, não é mesmo. Pois bem, já que quem não deve não teme, que tal não só um lado responder? Que respondam todos os terroristas, em especial os do MR 8, pelos crimes cometidos! O princípio da isonomia deve ser respeitado, apesar da camarilla esquerdopata que domina o país…
“Todos esses avanços são robustos e animadores, mas não podem esconder os problemas ainda presentes.
Questões muito sérias continuam desafiando os poderes públicos, nos três níveis federados, bem
como a sociedade civil organizada. Refiro-me à violência que ainda mostra índices alarmantes nas grandes
cidades; à prostituição infantil; grupos de extermínio; persistência do trabalho escravo e do trabalho infantil;
superpopulação e condições degradantes denunciadas nos presídios; práticas de tortura; cultura elitista revelada
na resistência aos direitos dos quilombolas e indígenas, bem como nos ataques sofridos pelas ações
afirmativas; criminalização de movimentos sociais em algumas unidades da Federação”
E aqui as máscaras caem e as verdadeiras intenções se revelam: Possuir opinião discordante e exercer sua liberdade de pensamento para expor práticas ultrapassadas e inócuas é equiparado à crimes. Será que assim começa a derrocada da maior democracia da América Latina?
E o Yule se aproxima.
O cotidiano de um escritório de advocacia internacional é um lugar fantástico para invocar reflexões de final de ano. Alias, não só de final de ano, mas como relativas ao modo que vivemos nossa vida e o tempo que dedicamos a resolver o problema dos outros. E inspirado por esse pensamento, resolvi olhar para este ano que passou…
Não ganhei aumento.
Gerei mais de R$ 260.000 brutos como lucro para meu escritório.
Cada vez mais encontro profissionais indisciplinados e com qualidade sofrível de trabalho.
Não tive nenhum desafio digno de nota neste ano.
Trabalho em média mais da metade do dia.
Andei deixando meus sonhos para trás em prol de gente que trata os outros como bestas de carga.
Definitivamente muita coisa vai mudar em janeiro. Talvez seja hora, mais uma vez, de me reinventar. Sair da zona de conforto e largar pra trás o que eu considerava certezas profissionais. Se até fevereiro minha cabeça continuar firme neste intento, dou o primeiro passo.
Para onde irei? Boa pergunta. A estrada me chama uma vez mais com seu canto de sereia, e fica cada vez mais dificil resistir ao seu encanto – quando o que restou ao meu lado, por me demorar demais por aqui foram escombros e sombras daquilo que um dia foram homens e mulheres competentes e visionários.
A vida é por demais curta para que eu me prenda a este tipo de gente. Meus companheiros de espírito são os filósofos, os pensadores, os exploradores e poetas, os loucos, os párias e os reis. Talvez o desencanto que sinta em minha alma se dê por overdose de comerciantes à minha volta, disfarçados de advogados.
Poderia escrever.
Nesta noite suada de novembro, eu poderia escrever sobre um monte de coisas: Amores perdidos, amigos idos, lágrimas não derramadas e beijos ao vento. Falar das coisas tolas que os homens fazem quando acreditam estarem imbuídos de algo maior do que si, e das verdades heróicas que professam quando acreditam que estão irremediavelmente sozinhos.
Mas ao invés disto, resolvi ler algo de Neruda. E com a voz emprestada dos riachos e da floresta, permiti que sua poesia me emprestasse asas. Nestas asas eu poderia voar tão alto na abóbada celeste que nada estaria fora de alcance; nem meus sonhos nem os de Valjean, todos estrelas em sua órbita, sem nunca se chocarem. Cavalgando os ventos, saberia todas as línguas, e escutaria cada bêbado a discursar com postes como Quixotes perdidos, ouviria as risadas dos amantes e as preces dos suplicantes.
Teria a capacidade de tecer palavras como destinos, e presentear cada reflexo de Helena nesta terra com maçãs de ouro mais numerosas que as mulheres que me fizeram sorrir. Poderia beijar quando quisesse sem que meu beijo fosse uma faca a lacerar, o sangue a brotar como lágrimas em uma peça de nô.
Acharia cada inocência perdida, cada olhar velado, e as devolveria em um imenso prado de abraços e afagos. Cantaria com toda a força dos pulmões para ser um farol que a trouxesse mais próximo de mim, sem que a areebentasse junto aos arrecifes da minha solidão. Mas minha voz é um virar de páginas, e um suspiro.
Sozinho.
(baseado em “posso escrever, de Neruda”
Reconstrução
Pequenas e peculiares criaturas, as motivações. Encontram-se em todos os lugares, às vezes inesperadas, às vezes maiores do que um só homem, mas quando danam a morder algo, não largam mais.
Semana passada uma delas trancou suas mandíbulas em mim. Era algo que já se arrastava por mais de ano, e que se precipitou através do que chamo de “sombra”. Aspectos de mim que relego a maior parte do tempo à escuridão, trazendo as à tona para respirar quando elas se tornam tão grandes que ameaçam eclipsar tudo que ilumina meu caminho.
E estas sombras são, à maior parte das vezes, excelentes professores. Tal mestre convidou-me à reflexão sobre meu relacionamento com o alimento, a vaidade e a idade. Tal reflexão, que por pura timidez manterei na esfera privada pelo presente momento, levou-me a busca do emagrecimento. Hoje tenho 102kg distribuídos por 1,76m. Não preciso calcular o IMC para concluir o que meu espelho me diz.
Ouvindo os conselhos de uma nova amiga, comecei a mudança nos meus hábitos: Comida de três em três horas, água, fibra e um corte radical na gordura. Hoje, consegui reduzir o almoço a meras 300 gramas seguindo os passos recomendados. Desejem-me sorte nesta caminhada buscando chegar aos 90 Kg.
Metas até Março de 2010
- 90kg
- Cuidar melhor da aparência
- Parar de roer unhas
- Construir um self saudável.
Chegada a Atenas
Após um voo até que relativamente confortével da Ibéria, as primeiras imagens de Atenas. O que mais me deixou feliz foi o tom do mar; tudo que li e ouvi sobre a cor do meditarrâneo era a pálida tela sobre a qual a luz que entrava em meus olhos pintava a cena abaixo.
Um sonho de muito tempo atrás concretizado, conhecer a Grécia. Lembro-me dos recreios na quinta série do colégio de São Bento, onde me escondia na biblioteca para ler sobre Zeus, as Erínias e os Titãs – e finalmente iria pisar o mesmo solo e respirar o mesmo ar.
The isles of Greece, the isles of Greece! Where burning Sappho loved and sung. Where grew the arts of war and peace,– Where Delos rose, and Phoebus sprung! Eternal summer gilds them yet, But all, except their sun, is set.
Author: Lord Byron (George Gordon Noel Byron)
Source: Don Juan (canto III, st. 86)
.
Nada mais apropriado que recordar a descrição de Byron. Mesmo chegando fora do verão, a terra amada por Apolo irradia sol – fisicamente e metaforicamente. O solo reflete a luz de maneira única, graças à sua composição mineral, e a impressão é de uma luminosidade que não incomoda nem cega: a terra brilha.
No desembarque, outra surpresa: Um scan termal em busca do H1N1 . Apesar da verificação, nem sombra da histeria encontrada em terra brasilis, apenas tecnologia não invasiva bem empregada. No retorno ao galeão, um monte de zés com máscaras e formulários xerocados fazendo o “controle”. Faz- me rir…
Pegamos as malas, e ali o estranho e o bizarro começaram a se fazer presentes na viagem: O alfabeto grego e suas mensagens quase-alienígenas reafirmavam o estrangeiro em mim, e perguntava-me se as olimpíadas passadas teriam tido a chance de convencer a população a falar inglês como todos afirmavam. Caminhamos até o transfer, onde fomos recebidos por um guia mexicado que matraqueava um castellano semi ininteligível, e dali ao hotel em Oima Square.
Aliás, ali meu roubada-o-meter começou a apitar. O pessoal da agência simplismente nos jogou num bairro de imigrantes chineses, albaneses e paquistaneses, onde o motorista suava frio e repetia “isto aqui não é a grécia, não é, não é…”. Imaginem a cinelândia as ruas atrás da central as 3 da manhã? Igualzinho.
Entrada rápida no hotel, saída ligeira para ver a acrópole ao por do sol. Caminhamos até Plaka e saímos para buscar um lugar para comer. (continua)
Diário de Viagem
Contagem regressiva no trabalho. Mente longe, já passeando nos lugares que visitarei. Pode ser que algum espanhol barre-me em madrid por um motivo esdrúxulo, ou não, mas pouco importa: as engrenagens já estão rodando.
Rio – Madrid – Athenas
Saio dia sete, chego dia oito às 16:10.
Athenas – Fico de 8 a 10/5
A cidade de Atenas (Athínai, em grego moderno e Athenai, em grego antigo) era um dos mais importantes centros culturais do mundo antigo. Considerada o berço da civilização ocidental. Atingiu seu período áureo no século 5 a.C. sob o governo de Péricles.
O nome da cidade homenageia Atena, deusa da sabedoria, das ciências e das artes. Atena corresponde à deusa Minerva dos romanos. (extraído de http://www.guiageo-grecia.com/atenas.htm)
Athenas – Myconos
Dia dez, pego o speed
boat e vou para Mykonos. Fico até o dia 13 de maio.
Mykonos, batizada com o nome do filho de Apolo, é uma ilha bastante cosmopolita, graças a ter se tornado destino, nas últimas décadas, de visitantes do jet set internacional. Muitas celebridades gregas e internacionais têm residências de verão na ilha.
Hora -a cidade principal- é repleta de ruelas e becos de casinhas caiadas de branco com janelas em madeira que pouco mais vão além do encarnado e azul. (Extraído de http://as-nossas-viagens.blogspot.com/2006/10/mykonos-grcia.html)
Myconos – Santorini
Fico até o dia 16.
Santorini ou Santorino (língua grega: Σαντορίνη), é uma ilha vulcânica localizada no extremo sul do grupo das Cíclades, no Mar Egeu, a cerca de 200 km a sueste da cidade de Atenas, Grécia nas coordenadas aproximadas de 36.40° N e 25.40° E.
Com uma área total de aproximadamente 73 km², em 2001 tinha uma população de 13.600 habitantes.
A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallisti, Strongili ou Thera, nome que ainda hoje ostenta em grego. (extraído de http://pt.wikipedia.org/wiki/Santorini)
Santorini – Athenas
Chego em Athenas as 23:30
Pernoito e toco pra Stambul na manhã seguinte, via Prezada Senhora OLYMPIC AIRWAYS… chego as 9:20.
Stambul
De 17 a 20 de maio.
Istambul (em turco İstanbul) é a maior cidade da Turquia, e uma das maiores da Europa e da Ásia, com 8.803.468 habitantes na cidade e 10.018.775 em sua região metropolitana (censo de 2000). Foi também a capital administrativa da Província de Istambul na chamada Rumelia ou Trácia Oriental. Era denominada Bizâncio até 330 d.C., e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930. (extraído de http://pt.wikipedia.org/wiki/Istambul)
Stambul – Madrid.
De 20 a 23 de maio.
Aporcalipse?
“CDC activated its Emergency Operations Center to coordinate the agency’s response to this emerging health threat and yesterday the Secretary of the Department Homeland Security, Janet Napolitano, declared a public health emergency in the United States. This will allow funds to be released to support the public health response. CDC’s goals during this public health emergency are to reduce transmission and illness severity, and provide information to assist health care providers, public health officials and the public in addressing the challenges posed by this newly identified influenza virus. To this end, CDC has issued a number of interim guidance documents in the past 24 hours. In addition, CDC’s Division of the Strategic National Stockpile (SNS) is releasing one-quarter of its antiviral drugs, personal protective equipment, and respiratory protection devices to help states respond to the outbreak. Laboratory testing has found the swine influenza A (H1N1) virus susceptible to the prescription antiviral drugs oseltamivir and zanamivir. This is a rapidly evolving situation and CDC will provide updated guidance and new information as it becomes available.” – Extracted from http://www.cdc.gov/swineflu/index.htm
Em resumo, contágio aéreo. Lavem mais as mãos e evitem contatos em ambientes fechados. F-O-D-E-U
Em tempo: Oseltamivir pelas bandas brazucas chama-se Tamiflu.
Casino, Dojo, it is all in your mind.
The quote above comes from one PSX great game: Unjammer Lammy or something. The text is from 2002, one of my random reflections on Life. Bear with me.
One of the many, many translations of “dojo” is “place of enlightenment”. Just like an temple, it is a place of holy communion. It is the place where you can “die” a thousand times and come back with the knowledge concerning the fight.
If it is not holy for the more martial-oriented spirits, I do not know what can be.
Should not our little conflicts be also “holy”, as they perfect us?
And what guides us from one battle to other, from one foe to the next? A moral, a code, akin to the centuries old bushido of the Japanese?
Maybe. A warrior with no code to follow is an invertebrate. And as your own spinal column, this cannot be bought or stolen from someone, but grown inch by inch by yourself. It must be the unique result from your life’s experiences. And among other characteristics, it must allow you to choose what battles to fight, and what to fight not.
Foolish is the one which starts fights “just for fun”: It may produce bitter fruits. One must be a stealth master, to surprise the enemy. One must know how to lay a siege on a difficult objective. At last, the strategos way must be developed, with reasonable tactics and good timing of resources.
And never, ever, play with chances.
Anjo da Guarda
Ontem encontrei com minha anja da guarda e ela cuidou de mim. Me entupiu de salada, conversamos e me fez lembrar de certas coisas que jamais deveriam ser esquecidas. Toda a tensão se foi e estou bem novamente. Calmo, sereno, decidido e… perigoso. Quando se vê a situação com a cabeça fria se tem a segurança de desembainhar o aço.
Bom, mas como anjos nã são muito minha praia vai uma letra do tipo de mulher que me atrai….
“Speak Of The Devil”
Speak of the devil.
The devil appears.
Waiting for some one.
Been waiting for years.
And it’s alright now.
Yeah I’m alright now.
Watching her walking.
Like watching a flame.
Trying to forget her.
Don’t mention her name.
And I’m alright now.
Yeah I’m alright now.
Lonely days without her.
Nights that would not end.
As long as I don’t think about her.
I can still pretend.
..it’s alright.
Speak of the devil.
The devil appears.
Been waiting for some one.
Lonely for years.
But I’m alright now
Yeah I’m alright now.
..it’s alright.
..it’s alright.
Speak of the devil.
I´m pretty gone.
Acordei cansado. Cansado dos chamados “fellow humans” e de todo pacote que os acompanha. Cansado de ter que justificar quem sou. Cansado de ter que explicar o óbvio. Cansado de ver gente surtar pelos motivos mais esdrúxulos. Cansado de ser julgado. Cansado de ver gente não cumprir promessas. Cansado de fingir. Cansado de tentar proteger pessoas. Cansado de gente fraca. Cansado de ver gente que presume que me conhece. Cansado de gente que se ilude. Cansado de Gente que promete uma coisa na frente, faz merda pelas costas e vêm com um sorriso retardado depois. Cansado de gente que faz coisas para impressionar. cansado de gente que não tem identidade própria e tenta viver a vida alheia. Cansado da minha gastrite. Cansado.
Não vou temperar este post de “bitch about” com algo engraçadinho. Se alguém aqui não gostou do que leu, um Alt+F4 resolve que é uma beleza.
Fora isso, ontem descobri que tenho um grilo falante muuuuuuito legal, e que é muito bom contar com amigos, especialmente com o antidiluviano do clã Joselito. Poucas palavras, mas certas.





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